Entre a ansiedade que a sufocava e a morabeza que a abraçou, a ilha do Maio - e uma mulher chamada Dona Maria - mudaram o rumo do gap year da Beatriz. Falta de ar, calafrios, coração a palpitar a mil, pensamentos acelerados que não dão tréguas… Poderia ser a adrenalina do início do meu gap year, não? Na verdade era só um dia normal numa vida tantas vezes passada em “modo auto-piloto”... Sem questionar, como tantas outras pessoas, fui construindo durante anos a vida “aparentem