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O meu dia é hoje

  • 14 de mai.
  • 1 min de leitura

Em 2011, com 18 anos, o Gonçalo fez o seu primeiro gap year pela Europa, Ásia e Oceânia.


Quatorze anos depois, já com um trabalho estável, pediu uma licença sem vencimento e decidiu fazer o segundo gap year. Desta vez pela América do Sul.


Antes de partir, escreveu:

“Adoro o meu trabalho. Adoro estar com a minha família e amigos. Mas também adoro sentir a liberdade de ter uma agenda vazia, de me perder em lugares novos, de ter tempo para ler, escrever e pensar. E é por isso que parto. Decidi que não preciso de ser rico, que ter filhos e casa própria pode esperar. O meu dia é hoje.”


Para o Gonçalo, a motivação não foi escapar, mas sim viver com propósito. Foi reconhecer que há momentos em que parar também é avançar. E que os sonhos não devem ser adiados.


Ao regressar, o Gonçalo partilhou:

“Não estou triste. Estou assoberbado de felicidade, gratidão e nostalgia. Sinto que já vivi três vidas. As pessoas incríveis que conhecemos e as que nos ajudaram, a quem temos tanto a agradecer. Estou tão grato pelo privilégio de ter sonhado e concretizado esta viagem.”


Histórias como a do Gonçalo lembram-nos o poder transformador de um gap year, em qualquer idade ou fase da vida.


Partir é sobre abrir horizontes, descobrir o mundo e a nós próprios. Regressar com uma bagagem de aprendizagens e, acima de tudo, com a certeza de que vivemos livremente e como queremos.

E o teu dia, é hoje?



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